METODOLOGIA DO ENSINO FUNDAMENTAL II


A metodologia de ensino procura apresentar roteiros para diferentes situações de didática, conforme a tendência/corrente pedagógica adotada pelos professores/instituições, de forma que o aluno se aproprie dos conhecimentos propostos e/ou apresente suas pesquisas e demais atividades pedagógicas.

 

A escola está organizada de forma a considerar uma seriação de conteúdos, geralmente do mais simples ao mais complexo trabalhando com diferentes conteúdos de forma interdisciplinar Cada disciplina trata das áreas do conhecimento em níveis de construção intelectual do estudante. Espera-se, neste contexto que todos os alunos aprendam as mesmas coisas e que isto ocorra em um mesmo tempo. Porém, sabemos pela nossa própria experiência e observação que isto não ocorre e, muitas vezes, a escola acaba por produzir o desempenho e o fracasso do aluno que não consegue adaptar-se a ela.

 

Dessa maneira, encontramos no projeto de metodologia as diferenças de interesses, de tempo, instiguem a curiosidade do aluno e permitam que professores e alunos de diferentes áreas atuem num mesmo objetivo, desenvolver a aprendizagem do aluno através da metodologia do ensino fundamental.

 

Ao propor uma metodologia de aprendizagem, bem como um conjunto de métodos e técnicas de aprendizagem, voltada para a utilização em grupos, com estratégias de desenvolvimento de competências e habilidades, requer que trabalhemos a aprendizagem e o desenvolvimento tanto pessoal quanto social. Sendo assim, o papel que o professor desempenha nesse processo é o de mediador da ação docente, enxergando o aluno como agente de sua aprendizagem.

 

É importante ressaltar que há diferenças no grau de liberdade de opção das técnicas a serem utilizados pelos processos metodológicos. Havendo um maior controle no 1º e 2º ciclo e maior liberdade nos demais ciclos de ensino, por parte da coordenação pedagógica ou coordenadora do projeto de metodologia do ensino fundamental.

Ensino Fundamental II / Principais Diretrizes

             

6º ano – Ênfase na organização do tempo e do espaço para o estudo

 

Com um novo cotidiano na sala de aula, caracterizado pela presença de professores específicos para cada disciplina, nosso objetivo é que cada aluno reconheça as suas novas necessidades de organização para o estudo e se adapte a elas.

 

Cada aluno deve, ao final do 6º ano:

reconhecer os objetivos e a forma de trabalhar em cada disciplina, identificando seus instrumentos de estudo e diversificando seu uso;

ampliar suas possibilidades de expressão, tornando mais preciso e adequado o uso da linguagem nas diferentes disciplinas e nas situações de convívio com os colegas e educadores;

ser capaz de identificar o processo de trabalho expresso nos diversos produtos de aprendizagem;

incorporar procedimentos de estudo comuns a todas as disciplinas;

compreender os novos critérios pelos quais é avaliado.

 

7º ano – Ênfase no aprimoramento das diversas formas de estudar

 

Com alguns procedimentos organizacionais já incorporados, o aluno do 7º ano deve aprimorar sua capacidade de estudo individual de forma a colaborar como o aprendizado coletivo.

 

Cada aluno, ao final do 7º ano, deve:

identificar com clareza as etapas que caracterizam seu estudo nas diversas disciplinas – questão problematizadora ou situação problema, levantamento de hipóteses, coleta de dados, comparação dos dados com as hipóteses, análises e sínteses;

ser capaz de comparar e estabelecer relações hierárquicas entre conceitos, conteúdos, dados e informações específicas para o estudo de cada disciplina;

compreender mais claramente as instruções e as situações de estudo propostas, de forma a lidar com elas de maneira mais independente da supervisão de seus educadores.

 

8º ano – Ênfase na cooperação

 

No 8º ano, o aluno é solicitado a elaborar análises com um número maior de variáveis e formular interpretações que vão exigir um aperfeiçoamento da sua capacidade de argumentação. O grupo se torna uma referência importante para seu comportamento, para suas atitudes e para o desenvolvimento de seus valores e, justamente por isso, deve-se iniciar um processo que leve os alunos a refletir sobre sua própria singularidade e identidade.

 

Ao final do 8º ano, cada aluno deve:

incorporar que seu estudo individual é pré-requisito para o trabalho coletivo;

aprimorar sua maneira de trabalhar em grupo, assumindo uma postura cooperativa;

compreender que alguns objetos de estudo não têm uma única definição e que podem ser analisados sob diversos pontos de vista;

expressar o que pensa e cria de maneira mais sistemática e formal, sem com isso perder a criatividade.

 

9º ano – Ênfase na síntese parcial

 

Nosso principal objetivo de trabalho é explicitar e sistematizar junto aos alunos os conceitos e habilidades que desenvolveram ao longo do Ensino Fundamental.

 

Ao final do 9º ano, cada aluno deve:

ter clareza dos objetivos, das estratégias de ensino, dos instrumentos e critérios de avaliação de cada disciplina;

identificar e comparar seu processo de aprendizagem com os objetivos de ensino e critérios de avaliação em cada disciplina;

ser capaz de se relacionar respeitosamente com seus colegas de classe, evitando a cristalização de imagens já formadas de pessoas ou de pequenos grupos;

começar a correlacionar formalmente os principais conceitos e visões de mundo 

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